quarta-feira, 10 de março de 2010

Intertexto – Eu quero morrer no mar

Exercícios delirantes sob a égide do intertexto


Olhas-me com os teus olhos morenos
Sussurras-me sem palavras a aventura que seria ficar
E, eu, fico um pouco mais pequena
E penso o que seria morrer no mar

Lençóis de espuma e de sal
De ondas que nos tocam a pele
No dia em que do teu sussurro não nasça a voz
Eu quero morrer no mar

E se o negro é a minha cor
E se não sei respirar devagar
Depois do sussurro que não ouvi
Depois do amor que não disseste
Eu quero morrer no mar

domingo, 7 de março de 2010

Alice

Que delícia de filme
http://adisney.go.com/disneypictures/aliceinwonderland/

Puxa-nos por um lado mais colorido, imaginativo, sonhador... os possíveis, os impossíveis... who knows?
Hoje deu-me para isto

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Everybody's Talking

You talk, and talk, and talk
All I hear is your endless words
All of you babbling about everything
You talk, and talk, and talk
One over another’s, stepping over each others
Agreeing, nodding your heads and babbling some more.
The more you speak the less I listen.
The more you agree the less I care to stay
Why can’t you just shut up?
Why do people talk so much?
You talk, and talk, and talk
I’m leaving…


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

She's back...

Este post já vem um pouco atrasado... mas o prometido é sempre devido. Acho que pelo menos 2 pessoas que, digo eu, lêem este blog irão gostar!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Sleep

Quando, numa dada noite, se consegue apenas dormir duas horas é, no mínimo, expectável que no dia seguinte se consiga dormir um pouco mais, certo?
Certíssimo: 2 horas e, vá lá, uns bons 40 minutos!
Algúem tem uma moca de Rio Maior que me empreste?

domingo, 10 de janeiro de 2010

Camus revisitado

Ontem, embalada por uma excelente conversa com uma amiga, daquelas conversas que sabemos que ficam guardadas no baú das memórias boas, veio ao de cima uma outra memória – esta já não sei qualificar, se como sendo boa, ou má, ou assim-assim.

Há coisa de um mês resolvi revisitar Camus, parecia que me estava a chamar cada vez que passava frente à estante do corredor. Peguei nele, folheei e voltei a ler passagens sempre familiares, ainda que não lidas desde 2000. Pelo meio, encontrei um papel com um número de telefone e um nome - daqueles que nos arrepiam por dentro. Ora porque deu vontade de ligar, ora porque o tempo é cretino e distorce a memória, ora porque, por mais anos que passem, há sempre pessoas que nos fazem bater o coração como se tivéssemos 16 anos – nem que seja só a ler o seu nome num velho pedaço de papel….
Fechei o livro e deixei por lá o papel, tal qual como o encontrei. Vá-se lá saber porquê, achei por bem pô-lo na página 131: “E era como se batesse quatro breves pancadas, à porta da desgraça.”
Há portas onde é melhor não bater…

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Hoje acordei assim...



Moral de história em jeito de resolução de Ano Novo:
Antes de ir para a cama é preciso sempre, mas sempre, certificar-me que as gatas têm comida!!